O antes e o agora

Jorge Costa | 2015-01-27

O meu nome é Jorge Costa, tenho 39 anos, e a minha história, começou no Natal de 2011, e já com a balança a marcar muito acima dos 90 kg, decidi que estava na hora de mudar a minha forma de estar, após descobrir que sofria de hipertensão e farto de me sentir cada vez mais pesado, decidi começar a correr e a fazer uma alimentação mais cuidada, deixando de comer doces, fritos, pão, e de beber bebidas com gás e sumos.

Os primeiros treinos foram muito dolorosos, não conseguia aguentar muito tempo, corria e caminhava alternadamente e cansava-me imenso logo nos primeiros passos, pensava que nunca iria conseguir, mas nunca desisti, e o facto é que dia após dia sentia que a minha resistência aumentava, e todos os dias conseguia correr mais um pouquinho.

Na altura sem telemóvel, nem relógio que medisse o tempo e distância e média km/min, lá fui, somente controlando o tempo de treino. Dia após dia ia aumentando o tempo e cada vez que subia à balança os números desciam e a minha auto-estima aumentava e a minha vontade de continuar sempre a pedir mais.

A perda de peso foi rápida, e após pouco tempo já estava magro e as pessoas começaram a ficar assustadas, sempre que me viam perguntavam se estava doente, e eu ria e dizia, estive..., mas agora já não, agora é que estou bem.


Após praticamente dois anos de corridas, e farto de correr sozinho, a sentir-me desmoralizado, comecei a incentivar a minha mulher para me acompanhar nas corridas, na primavera de 2014, começou a acompanhar-me, correndo e caminhando, e ela incentivou-me a ir a corridas, o que ajudava a termos um objectivo e a obrigar-nos a treinar, não que eu precisasse, pois o que no início era uma obrigação, rápido passou a ser um vício, estava e estou viciado em correr 

No final do Verão de 2014, e após participarmos numa corrida em que observamos o grupo Correr Lisboa, ficamos com vontade de nos juntarmos ao grupo e assim passarmos a ter companhia, pois o meu ritmo era diferente do dela, ou seja ela não conseguia correr no meu ritmo e eu ao correr no dela, sentia que estava a correr muito abaixo das minhas capacidades.

Começamos a participar nos treinos, e sentimos que finalmente estávamos no sítio certo, tanto ela como eu tínhamos companhia e corríamos ambos nos nossos ritmos. 


As provas também foram uma agradável surpresa, quando nas anteriores corríamos isolados um do outro e sozinhos, sem apoio, após envergarmos a camisola amarela, passamos a ser mais um Vicente, ou seja passamos a pertencer a uma família. Durante os percursos das provas estamos sempre a ser incentivados, estamos sempre a ouvir "VAI VICENTE" e temos sempre alguém conhecido na prova, quem tem uma camisola igual à nossa, passa a ser um amigo, que nos acompanha, e ora vamos nós incentivando ou ora vamos sendo incentivados. No final temos o grupo a festejar cada um o seu tempo e quem não superou é festejado na mesma, porque o que importa é correr

A vontade é tão grande e o vício tamanho que já se estende à restante família, e até já os nossos filhos também querem correr.


Resumindo há 3 anos tinha mais de 90kg e hoje tenho 70kg, sou muito mais saudável e sinto que tenho muito mais saúde.


Antes o meu vício era comer e beber, hoje em dia o meu vício é correr...

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